PODEMOS MESMO ACREDITAR NA NEUTRALIDADE ALGORÍTMICA?



PODEMOS MESMO ACREDITAR NA NEUTRALIDADE ALGORÍTMICA?
Amanda Ramires Coutinho Guimarães
Gariton Eric Pereira de Moraes
Luiz Guilherme da Silva Ribeiro

31/07/2026
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O presente trabalho foi elaborado em consonância com Psicologia e Sistemas de informação, tendo como resultado a elaboração de um artigo científico que abrange as relações dos algoritmos racistas e como isso gera sofrimento psíquico. As estruturas que permeiam o racismo são circundadas por uma ideologia dominante e relações políticas, influenciando o indivíduo em todas as suas esferas. Atualmente interrelacionamos o mundo digital com esses processos que atravessam de forma tão intensa a saúde mental do indivíduo. Questionar algoritmos racistas levantam um pensamento crítico, buscando a promoção de um melhor desenvolvimento social, extinção de preconceitos e luta contra as desigualdades do sistema. Tendo como objetivos atenuar comportamentos racistas em processos tecnológicos e midiáticos, combate ao racismo, promoção de conscientização e entendimento acerca do tema. A metodologia teve como base a análise de teóricos, utilizando referências bibliográficas, pautadas no rigor técnico científico, relacionando teóricos da psicologia social, dados de sistemas de informações e da prática do racismo na sociedade. Conclui-se que a ideia de neutralidade ainda está no abstrato, de forma proposital e hierárquica, e que somos de forma pragmática influenciados pelos meios que nos inserimos, mesmo que de forma online. O artigo leva em conta todo o processo histórico e estrutural do racismo, além das evoluções do mundo digital, que afeta o contexto e as relações sociais dos indivíduos de maneira integral, o combate ao racismo torna-se fundamental tanto para a comunidade quanto para a formação na área da psicologia.
Ler mais...Algoritmos; Racismo; Psicologia
INOVAÇÕES EM PSICOLOGIA: INTERVENÇÕES BASEADAS EM EVIDÊNCIAS - VOL.3
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