PREDITORES DE SUCESSO E FALHA DA EXTUBAÇÃO EM PACIENTES PEDIÁTRICOS COM DOENÇAS NEUROLÓGICAS E NEUROMUSCULARES: UMA REVISÃO DE LITERATURA

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Título

PREDITORES DE SUCESSO E FALHA DA EXTUBAÇÃO EM PACIENTES PEDIÁTRICOS COM DOENÇAS NEUROLÓGICAS E NEUROMUSCULARES: UMA REVISÃO DE LITERATURA

Autores:
  • Ana Clara Silva Menério

  • Lucas Antônio dos Santos Silva

  • César Roberto da Silva

  • Tiago Soares de Moura Brito

  • Emilly Carollayne Leandro da Silva

  • Lisandra Karoline Silva Lima

  • Élio Batista Alves

  • Whelida do Nascimento Guimarães

  • Jakson Henrique Silva

  • Kaíque Ferreira Alves

DOI
  • DOI
  • 10.37885/260722439
    Publicado em

    19/08/2026

    Páginas

    44-54

    Capítulo

    4

    Resumo

    Introdução: A extubação em pacientes pediátricos com doenças neurológicas e neuromusculares representa um desafio clínico devido ao comprometimento da função muscular respiratória e da capacidade de proteção das vias aéreas, fatores que aumentam o risco de falha da extubação e reintubação. Assim, a identificação de fatores preditores de sucesso e falha é fundamental para otimizar a tomada de decisão clínica. Metodologia: Realizou-se uma revisão integrativa da literatura nas bases PubMed, LILACS e SciELO, utilizando os descritores "Extubation", "Neuromuscular Diseases" e "Intensive Care Units", combinados por operadores booleanos. Foram incluídos estudos originais publicados entre 2016 e 2026, nos idiomas português, inglês e espanhol, envolvendo pacientes pediátricos com doenças neurológicas e neuromusculares. Resultados: Três estudos apontaram que tosse eficaz, força inspiratória preservada e suporte ventilatório pós-extubação favorecem o sucesso, enquanto fraqueza muscular e comprometimento neuromuscular aumentam o risco de falha. Discussão: Os estudos demonstraram que parâmetros relacionados à função muscular respiratória e à eficácia da tosse apresentam maior relevância clínica do que índices ventilatórios isolados, reforçando a necessidade de uma avaliação multidimensional da prontidão para extubação. Conclusão: O sucesso da extubação depende da avaliação clínica, função respiratória e suporte pós-extubação, mas a escassez de estudos reforça a necessidade de novas pesquisas para protocolos específicos.

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    Palavras-chave

    Extubação; Doenças Neuromusculares; Unidades de Terapia Intensiva; Pediatria

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