QUANDO BRINCAR TAMBÉM É PENSAR: A BRINCADEIRA ESCRAVOS DE JÓ E A FORMAÇÃO DE FUTUROS PEDAGOGOS



QUANDO BRINCAR TAMBÉM É PENSAR: A BRINCADEIRA ESCRAVOS DE JÓ E A FORMAÇÃO DE FUTUROS PEDAGOGOS
Cássia Fabiane dos Santos Souza
José Carlos de Melo

07/10/2026
137-149
9
Objetivo: Analisar as possibilidades formativas de uma vivência da brincadeira “Escravos de Jó” com estudantes de Pedagogia da Universidade Federal do Maranhão, considerando suas percepções sobre o brincar e a prática pedagógica. Métodos: Relato reflexivo de experiência, de abordagem qualitativa, desenvolvido na disciplina Educação Lúdica e Psicomotricidade, apoiado em formulários respondidos por 21 dos 22 estudantes matriculados. As questões fechadas foram analisadas por frequências absolutas, e as respostas abertas foram agrupadas por aproximações de sentido. Resultados: Quinze estudantes declararam mudança significativa e cinco mudança parcial em sua compreensão do brincar como prática pedagógica. Os relatos evidenciaram a importância da cooperação e do acolhimento do erro, suscitando reflexões sobre planejamento, mediação docente e possibilidades de participação. Dezoito respondentes indicaram mudança no olhar para brincadeiras tradicionais após a discussão sobre história, linguagem e sentidos da cantiga. Considerações não finais: A experiência contribuiu para pensar o brincar na formação docente a partir da participação dos próprios estudantes, destacando a necessidade de um planejamento atento ao grupo e de uma mediação que acolha diferentes formas de brincar.
Ler mais...Brincar; Formação docente; Pedagogia; Cultura lúdica; Inclusão
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